Como determinar a integridade do sinal do osciloscópio: ADC ENOB versus Sistema ENOB

A integridade do sinal continua sendo um tópico importante no mundo da eletrônica. Os projetos de hoje têm margens cada vez menores e taxas de dados crescentes; o que significa que as medições devem ser mais precisas do que nunca. Todo fornecedor de osciloscópio tem algum tipo de tom em torno da integridade do sinal: maior número de bits ADC, menor nível de ruído, taxa de amostragem mais rápida e a lista continua. Embora todas essas especificações sejam importantes, é essencial entender todo o sistema de medição e não basear sua decisão em apenas uma dessas especificações. Educar-se sobre o que cada uma dessas especificações realmente significa para o seu projeto economiza tempo e angústia durante o teste. Por isso, nessa sequência de matérias intitulada Como determinar a integridade do sinal do seu osciloscópio, você saberá exatamente o que precisa procurar para determinar a verdadeira integridade do sinal. Nesta matéria falaremos sobre o ADC ENOBE e o Sistema ENOBE, o que eles significam e como se relacionam. Sabe o que é isso? Ficou interessado? Então continua nesse artigo e boa leitura!

Se você conhece apenas o básico do ENOB e simplesmente o procura na folha de dados, pode não perceber que também há uma diferença nas especificações do ENOB. Observe que a seção anterior falou sobre o sistema ENOB. Essa terminologia é crítica, pois há uma diferença significativa entre o sistema ENOB e o ADC ENOB. ADC ENOB refere-se ao número efetivo de bits no ADC e somente no ADC. No entanto, um osciloscópio é feito de um sistema inteiro, não apenas de um ADC. A especificação ADC ENOB não é representativa do número de bits que são efetivos em todo o osciloscópio, que é o que realmente importa quando você faz medições. O sistema ENOB é o número de bits que são eficazes para ver o sinal na tela; fazendo medições; e usando recursos de análise. Se essa especificação não estiver na folha de dados ou na documentação do fornecedor, solicite-a.

Então, percebeu que há diferenças significativas entre o ENOB ADC e o Sistema ENOB, e que todas elas podem afetar de algum modo as suas análises se você não escolher um produto com os parâmetros corretos. Informação na hora da compra é essencial. Tirou todas as dúvidas? Aproveita e confere todo o conteúdo e produtos disponíveis no portal Datasonic, pioneiro em equipamentos tecnológicos de ponta que se destaca pela sua diversidade de marcas, modelos e principalmente preços está a sua disposição para que você possa tirar todas as suas dúvidas, comparar preços e por fim, escolher o melhor produto para você. No site é possível encontrar inúmeros modelos de osciloscópios com os mais diversos recursos e configurações e equipamentos relacionados. O portal Datasonic possui um amplo portfólio e um leque de variados produtos, todos à sua disposição. Aproveite e conheça outros equipamentos de medição que irão complementar o seu projeto.

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Noções básicas sobre largura de banda: A especificação de equipamento de teste nº 1 que você precisa conhecer

O que é largura de banda e como isso impacta no desempenho do seu osciloscópio? Esse conhecimento é importante? E você sabe o que a largura significa de fato?

O Daniel Bogdanoff da Keysight te explica tudo sobre esse parâmetro no vídeo abaixo. Understanding Bandwidth – The #1 Test Gear Spec You Need to Know. O vídeo é narrado em inglês, mas nós preparamos uma transcrição para que você acompanhar e entender tudo sobre os temas que ele está abordando. Bom Vídeo!

Hoje, vamos dar uma olhada em uma maneira diferente de pensar sobre largura de banda. O que realmente é largura de banda e o que isso significa para seus sistemas?

Olá, sou Daniel Bogdanoff, e hoje vamos abordar sem dúvida a mais fundamental de todas as especificações de equipamentos de teste – largura de banda.

No equipamento de teste 101, você ouve que a largura de banda é simplesmente o componente de frequência mais alta que você pode medir ou produzir. Por exemplo, um osciloscópio de 100 MHz pode medir uma onda senoidal de 100 MHz. Mas, esse sinal será atenuado em cerca de 3 dB, porque no equipamento de teste 201 você ouve que o sinal realmente sai um pouco perto da largura de banda máxima do seu sistema. De fato, você pode ver frequências que excedem a largura de banda do seu osciloscópio.

Por exemplo, aqui está um sinal de 40 MHz e 5 Vpp canalizado no meu osciloscópio de 1,5 GHz. Sem problemas. Mas, então, ativei o limite de largura de banda de 20 MHz do meu osciloscópio, ainda vejo minha onda senoidal de 40 MHz, mas a tensão pico a pico atenuou até 2,1 volts. Então, basicamente, eu consigo ver um sinal que dobra a largura de banda do meu osciloscópio.

O mesmo vale para a saída de um gerador de funções, mas é mais difícil ver isso na prática porque o software não permite que você defina uma frequência mais alta que a saída máxima declarada pelo gerador. Em um gerador de 100 MHz, você simplesmente não pode mudar a configuração de frequência para mais de 100 MHz. Portanto, isso levanta a questão: por que nós, projetistas de equipamentos de teste e medição, simplesmente dizemos que o gerador pode produzir uma frequência mais alta e depois limitar a amplitude nessas frequências estendidas? Ou então, por que não posso dizer que meu osciloscópio tem uma largura de banda maior? Aqui eu sou capaz de medir o dobro da largura de banda nesse osciloscópio. Certamente faria nossas especificações parecerem melhores!

Para responder a isso, precisamos examinar mais de perto o que a largura de banda realmente significa. Como se vê, não é sobre o Hertz, os ciclos por segundo, é sobre o tempo de subida. É sobre a rapidez com que o sinal sobe e desce. Velocidade de borda. Vamos dar um exemplo. Um motorista de entrega tem um carro que pode viajar a 100 km / h no máximo. Ele precisa fazer uma entrega a 50 km, por isso levará 1 hora para entregar a encomenda e voltar. Sua frequência é de 1 entrega por hora. Em seguida, ele deve entregar dois pacotes que estão a apenas 25 km de distância. Levará apenas 30m para cada pacote e sua frequência será de 2 entregas por hora. Sua frequência dobrou, mas sua velocidade não mudou.

O mesmo acontece com equipamentos de teste e largura de banda. A largura de banda de um osciloscópio ou a saída do gerador é semelhante à taxa de entrega (entregas por segundo), enquanto o tempo de subida é semelhante à velocidade do motorista. Claro, ele pode entregar mais pacotes se as entregas estiverem mais próximas, mas a velocidade da viagem não muda. É o mesmo com o equipamento de teste.

Outra maneira de pensar sobre isso é em termos de componentes de frequência. Largura de banda refere-se aos componentes de frequência quando você olha para o domínio da frequência, mas o tempo de subida ou a velocidade da borda no domínio do tempo. Observe minha velocidade de borda mudar enquanto alterna o limite de largura de banda.

Aqui está o que está acontecendo.

Quando o sinal fica positivo, o rastreamento do osciloscópio começa a se mover positivo. Mas, isso deve ser feito de forma linear, o que significa que não pode simplesmente subir magicamente para o novo valor de tensão. A velocidade que o osciloscópio se ajusta à mudança é ditada por sua largura de banda. Portanto, é possível medir tecnicamente uma frequência maior que a largura de banda máxima do osciloscópio, mas não é possível medir uma velocidade de borda mais rápida que a largura de banda máxima do osciloscópio.

O mesmo vale para um gerador de funções. A velocidade da borda da saída atinge o máximo em sua largura de banda máxima. É por isso que um gerador de funções de 100 MHz pode criar uma onda senoidal de 100 MHz, mas não uma onda quadrada de 100 MHz. O Hertz é o mesmo, mas as velocidades da borda são muito diferentes.

Portanto, se você estiver escolhendo um gerador de funções, pense em que tipos de sinais você deseja gerar, não apenas na largura de banda máxima. Uma regra geral para ondas quadradas é que você precisa de um gerador com 3x a largura de banda da sua frequência de ondas quadradas. Você pode usar esse conhecimento para enviar algumas das especificações do seu osciloscópio, mas isso já assunto para um outro vídeo.

Aprendeu tudo o precisava sobre esse tema? Então aproveita e confere todo o conteúdo e produtos disponíveis no portal Datasonic, pioneiro em equipamentos tecnológicos de ponta que se destaca pela sua diversidade de marcas, modelos e principalmente preços está a sua disposição para que você possa tirar todas as suas dúvidas, comparar preços e por fim, escolher o melhor produto para você. No site é possível encontrar inúmeros modelos de osciloscópios com os mais diversos recursos e configurações e equipamentos relacionados. O portal Datasonic possui um amplo portfólio e um leque de variados produtos, todos à sua disposição. Aproveite e conheça outros equipamentos de medição que irão complementar o seu projeto.

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Quer começar um negócio? Então conheça a impressora 3D

Um mundo de possibilidades com as impressoras 3D

É algo realmente mágico quando você prepara o seu trabalho no computador, estuda as cores, organiza o texto, diagrama, ajusta as imagens e por fim finalmente imprime o que você desenvolveu. Mas você sabia que a impressão atualmente não está limitada apenas ao papel? Hoje é possível imprimir objetos tridimensionais, formas geométricas e até peças de decoração nas mais diversas cores, formatos e tamanhos, graças às impressoras 3D. Essas impressoras já são uma tendência no mundo todo e um caminho sem volta. As impressoras 3D revolucionaram a forma de fabricação de produtos que variam de pequenos objetos à grandes moldes industriais. É sabido que as impressoras 3D, bem como o seu acesso pela grande parte da população ainda está limitado por diversos fatores como o custo, importação de periféricos entre outros, todavia, o avanço constante da tecnologia promete estreitar essa relação, tornando o equipamento mais acessível a todos os públicos. Diante deste cenário, será que é interessante adquirir uma impressora 3D para o seu negócio? Reunimos as principais informações que você precisa saber para tomar essa decisão. Boa leitura.

O que é uma impressora 3D?

Uma impressora 3D como o próprio nome ressalta é uma ferramenta que realiza uma impressão, mas ao contrário das convencionais impressoras que conhecemos, que imprimem no papel e, portanto, em 2D, as impressoras 3D imprimem objetos em três dimensões, através da leitura de um arquivo digital de um produto tridimensional. Para que um objeto seja impresso, antes ele precisa ser criado em um software de modelagem 3D. Feito isso, basta enviá-lo para a impressora que fará a impressão do produto no tamanho e material que você irá determinar. Dependendo da complexidade do objeto que você esteja trabalhando e das configurações de qualidade que você especificou, a impressão desse produto pode levar de alguns minutos até várias horas.

Como funciona uma impressora 3D?

Software XYZ Printing

Uma impressora 3D funciona da seguinte forma. Primeiramente é necessário que um objeto seja criado no computador utilizando um software de modelagem 3D. É possível fazer praticamente qualquer objeto, o único limite é a sua imaginação. Quando o modelo tridimensional estiver pronto ele deve ser enviado ao software da impressora para que você possa determinar as características principais, como as dimensões e a “resolução” da imagem. É importante ter em mente que quanto mais detalhes, melhor será a qualidade do objeto, contudo, maior será o tempo de impressão.

Assim que todas as características que você determinar para o seu produto forem configuradas, o software de impressão vai compilar essas informações e “fatiar” o seu objeto em centenas de camadas. Depois disso, esses dados são enviados para a impressora, que inicia o processo de impressão. O modo com o objeto 3D será impresso irá depender do tipo de impressora 3D que você está utilizando.

Quais os tipos de impressoras 3D?

Impressoras XYZ Printing

Existem inúmeros modelos de impressoras das mais variadas marcas, tamanhos e capacidades. Eles se distinguem na qualidade de impressão, no material que utilizam e principalmente na forma como realizam a impressão do objeto tridimensional. Podemos elencar três grandes grupos de impressoras 3D, sendo eles.

Impressoras Goofoo

1. Fused Deposition Modeling – Modelagem por Fusão e Depósito (FDM)

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As impressoras 3D do tipo FDM, utilizam um mecanismo relativamente simples. O injetor de material aquece e puxa uma espécie de filamento plástico que fica enrolado em uma bobina, como se fosse um rolo de barbante. Conforme o mecanismo derrete o material, ele o injeta em uma base, movimentando-se nos eixos X e Y para criar as camadas. Assim que uma camada fica pronta, a base — fixa no eixo Z — desce alguns milímetros e o mecanismo procede com a criação da próxima camada até que o objeto fique pronto. Esse processo pode levar de poucos minutos até algumas horas; o que vai determinar esse tempo é a complexidade do modelo impresso e, é claro, a qualidade da impressora.

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Essas impressoras podem ter uma pequena variação no processo de impressão: em vez de a extrusora movimentar-se nos eixos X e Y, quem faz esse movimento é a base, enquanto a extrusora movimenta-se no eixo Z. De resto, o sistema de funcionamento é semelhante. Esse também é o tipo de impressora mais utilizado por aqueles que procuram apenas um hobby, uma vez que sua fabricação é relativamente simples e elas podem ser montadas em casa com relativa facilidade. Uma das vantagens desse tipo de modelo é que muitas das peças mecânicas utilizadas pela impressora podem ser fabricadas por elas mesmas.

2. Selective Laser Sintering – Sinterização Seletiva a Laser (SLS)

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As impressoras 3D cujo a impressão acontece por Sinterização Seletiva a Laser são equipamentos mais robustos que o modelo anterior e realizam a impressão por um processo um pouco diferente de impressão 3D. Em vez de depositar uma camada de cada vez, a máquina utiliza laser para esculpir os objetos em uma espécie de pó extremamente fino, que pode ser de plástico, metal ou outros materiais. Assim como no modelo anterior, o primeiro passo é esculpir o seu objeto no computador e enviá-lo para o software da impressora, que se encarrega de fatiá-lo em centenas de partes. Para iniciar o processo de fabricação, é preciso preencher a câmara de impressão com o pó. Depois disso, a máquina se encarrega de nivelar o material em uma camada completamente uniforme. Em seguida, um laser de altíssima potência é projetado no pó; o material entra em fusão, criando uma camada. Para continuar, a plataforma central desce e um rolo aquecido passa sobre toda a superfície de impressão, cobrindo a camada recém-criada com mais pó e gerando uma nova camada uniforme.

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Depois disso, o laser cria uma nova camada e o processo se repete até que o objeto esteja completamente pronto. Ao final é preciso remover todo o excesso de pó do objeto impresso. É importante lembrar que todo o excesso de material pode ser reutilizado mais tarde, portanto o desperdício é mínimo. A qualidade do objeto impresso, assim como o tempo de impressão, varia conforme o tamanho e a definição do item, determinados inicialmente. A grande vantagem dessa impressora é que ela pode trabalhar com uma grande variedade de materiais diferentes, desde polímeros e plásticos até metais. Além disso, é possível imprimir objetos já pintados, pois cada camada pode ser colorizada separadamente no momento da impressão. A versatilidade do equipamento também permite a criação de objetos mais complexos, contendo, inclusive, partes móveis.

3. Stereolithography – Estereolitografia (SLA)

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Goofoo Rays – Utiliza impressão SLA

As impressoras 3D que utilizam a estereolitografia ou “fotossolidificação” são semelhantes às do grupo anterior. Novamente, antes da impressão ser iniciada um modelo tridimensional precisa ser desenvolvido em um software de modelagem 3D que será enviado para a impressora. Em seguida, o projeto será fatiado em camadas no software da impressora que envia o projeto para a impressão. Na impressora, um recipiente precisa ser preenchido com um líquido especial, uma espécie de resina plástica que pode ser “curada” com luz ultravioleta. O laser é, então, projetado na superfície do líquido, que se solidifica somente no local em que o laser foi projetado. Depois disso, a plataforma central desce um pouco – exatamente o espaço necessário para que a próxima camada seja criada. O processo continua assim até o final.

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Depois que o objeto está concluído, é preciso remover o excesso de líquido das peças e posicioná-las dentro de uma espécie de “forno” ultravioleta que serve para completar o processo de cura dos plásticos. Esse tipo de impressora pode criar modelos complexos e resistentes de maneira relativamente rápida, porém as máquinas são relativamente mais caras para o público e o custo do litro da resina plástica líquida pode ultrapassar as centenas de dólares, o que torna o processo de fabricação ligeiramente mais caro do que o de outros modelos.

Fonte: Tecmundo

Qual o melhor Filamento para impressora 3D?

Quando pensamos em impressão 3D, apesar de termos o produto final como principal objetivo, temos de lembrar também que desde as configurações que fazemos nos softwares de impressão até o filamento que é utilizado para que a impressora faça o seu trabalho, podem alterar o resultado final e, dessa forma causar um grande impacto no seu produto.

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Cada tipo de filamento que é utilizado por impressoras 3D possuem características e funcionalidades próprias que poderão conferir aspectos desejáveis ou não ao produto final. Logo, decidir, sobre qual é o melhor material a ser usado para o seu produto advindo da impressão 3D deve passar por alguns questionamentos, como: O que você está projetando? Qual o local de destino do produto que você está fazendo? Ele precisa ser flexível ou rígido? É uma forma complexa ou simples? Essas e algumas outras questões irão influenciar na escolha do melhor filamento para a sua impressão 3D. Vamos aqui demonstrar alguns cenários e elencar para cada um deles, o tipo de filamento que melhor se adequa.

1. Filamentos para uma impressão rápida e fácil

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Quando começamos a trabalhar com impressão 3D e precisamos de alguma coisa que imprima rápido e que seja consistente sempre, o filamento mais adequado é o PLA (ácido polilatico) ou PLA Tough (rígido). Em grandes impressões, o PLA é o mais confiável e pode ser utilizando em imensa grama de aplicações.

2. Filamentos rígido e durável

Para esse ponto temos dois filamentos excelentes sendo eles o ABS (acrilonitrila butadieno estireno), que por causa das suas boas propriedades mecânicas é um dos filamentos mais populares para impressões precisem ser rígidas, além disso, o ABS oferece resistência ao calor de até 85 ºC. Essa é uma boa característica se você pensar que o seu produto ficará exposto à temperatura ambiente. Porém, se a resistência ao calor não for tão importante, o PLA Tough é uma boa alternativa Um outro filamento que deve ser mencionado no que diz respeito à durabilidade é o Nylon. Possuindo uma alta relação entre peso e força, propriedades anti-corrosivas e baixas taxas de atrito, é ideal para aplicações como ferramentaria e peças de uso final.

3. Filamentos resistentes ao calor

Ser resistente ao calor pode determinar muitos usos e aplicações dos produtos produzidos, logo, quando ser resistente ao calor é uma característica que o produto precisa ser, como já citado o ABS é uma boa opção, contudo, o material pode ser propenso a ser sensível a raios UV. Se a impressão vai ser exposta a luz do dia e temperaturas maiores que 85ºC, o ideal é utilizar o PC (policarbonato), que resiste a temperaturas de até 110ºC. A família do CPE (co-poliéster) é outro grupo de filamentos com uma boa resistência ao calor (até 70ºC para o CPE e 100ºC para o CPE+), e tem o benefício adicional de resistência a produtos químicos.

4. Filamentos para um melhor acabamento estético

Se você deseja um produto impresso com grande apelo estético, cores vibrantes ou até mesmo translucidez para a realização de composições com iluminação, entre outros. Os filamentos mais indicados são o PLA que tem uma ampla gama de cores e pode imprimir detalhes complexos necessários em protótipos funcionais e o CPE, que oferece a translucidez como propriedade, além de possuir a capacidade de imprimir superfícies detalhadas com uma grande qualidade de acabamento. O PP (polipropileno) também é translúcido e, como sendo um dos plásticos mais amplamente utilizados no mundo, é o filamento obrigatório para aplicações de desenvolvimento de produtos.

5. Filamentos resistentes porém flexíveis

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Apesar de a resistência sempre ser requerida nos produtos impressos, por vezes é interessante que os mesmos também sejam produzidos com um material flexível e que possa ser utilizado nos mais variados tipos de produtos. Dessa forma, o PP entra nessa categoria por ser um filamento semi-flexível e com uma alta resistência a fadiga, sendo utilizado para impressão de dobradiças. Todavia, um material que mantem a esma força e flexibilidade do que uma borracha é o TPU 95A. Esse filamento apresenta 95 de dureza no durômetro shore e até 580% de alongamento no seu máximo.

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6. Filamentos para fazer geometrias complexas

A impressão 3D extrapolou as barreira da criação de objetos para os mais diversos segmentos e mercados. Para além disso, diversos outros softwares auxiliam nesse processo, todavia, formas geométricas extremamente complexas podem não ser executadas devido às restrições da impressora ou do material. Para esse tipo de trabalho o filamento mais indicado é o PVA, um material que é solúvel em água e que suporta grandes saliências e cavidades profundas. Outra opção é o Breakaway, que é um filamento que imprime mais rápido que o PVA a também apresenta as mesmas características ideias para a confecção de formas geométricas complexas.

Não é uma tarefa simples escolher o melhor filamento para o seu trabalho, mas tendo em mente todos os pontos levantados aqui e considerando a disponibilidade do material na sua região, você vai pode estar usando o material mais adequado ao seu trabalho, conferindo-o resistência, flexibilidade e beleza.

Fonte: Wishbox

O que a impressora pode fazer/para que serve?

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As impressoras 3D são equipamentos revolucionários que através dos seus mecanismos imprimem produtos tridimensionais, podendo dessa forma, dependendo da capacidade do equipamento e da complexidade do objeto a ser impresso, imprimir basicamente todo tipo de produto que variam desde pequenas peças como chaveiros, souvenires, peças de decoração até produtos para aplicação na área de saúde, engenharia e robótica. Essa nova forma de produzir um produto, simplesmente imprimindo-o, pode revolucionar a nossa forma de como construímos os objetos. Existem ainda pesquisas com material biocompatível, permitindo dessa forma, a impressão de próteses de alta qualidade e talvez até de órgãos. São avanços ainda em fase de estudos, mas que possuem as impressoras 3D como protagonistas. Esses equipamentos já compõem uma realidade no mundo da tecnologia, e estão ai para contribuir com essa transformação.

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As impressoras 3D possuem potencial para revolucionar as e os modelos de negócios de forma significativa e cada vez mais empresas estão apostando nessa inovação com o intuito de tornarem os seus produtos mais eficientes e competitivos.

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Vestidos produzidos por impressão 3D
Nike lança lança primeiro tênis de corrida com cabedal de tecido por impressão 3D

A Alpargatas por exemplo, é uma das marcas que usa a tecnologia há cerca de 10 anos. Desde 2007, utiliza a impressão 3D para fazer os projetos de solado, parte complexa dos tênis. De acordo com a empresa, dessa maneira, é possível reduzir o tempo de projeto e produção e ampliar a qualidade pela precisão do protótipo.

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A Volkswagen também já emprega a tecnologia de imprimir em 3D em seus produtos e dessa forma, auxiliar os funcionários no trabalho de produção de automóveis. Com a chegada da tecnologia 3D, o processo de fabricação dessas peças teve ganho em produtividade, tempo, qualidade e padronização, otimizando também o uso de material. 

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Partindo das grandes empresas, os protótipos produzidos por impressão 3D são peças carimbadas em consultórios de odontologia e ortopedia, ora para demonstrações, estudos, ou mesmo para estudar a realização de processos cirúrgicos mais delicados exigem maior precisão. Além disso, já existem os biomodelos que são protótipos impressos em 3D que simulam os órgãos do corpo humano, tais quais pulmões, coração, sistemas respiratórios, venosos, entre outros.

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Mas não para por ai a impressão 3D também pode estar dentro da sua casa, diversos produtos podem ser fabricados com essa tecnologia, sendo elas peças em geral, peças que foram danificadas e com a impressão 3D podem ser substituídas, objetos de decoração, utilizados para cozinha, acessórios para banheiro e quarto, entre tantas outras possibilidades infinitas de intervenção utilizando a impressão 3D.

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O que você pode fazer para ganhar dinheiro?

O universo da impressão 3D é ilimitado e condicionado apenas à sua imaginação e às potencialidades que a sua impressora 3D vai ter, mas é possível fazer vários produtos com a impressão 3D e ganhar um bom dinheiro com isso ou até mesmo abrir um negócio. Entre as principais produtos que podem ser produzidos tem-se as peças de artes dos mais variados tipos. É possível imprimir desde peças robustas que podem ser usadas em exposições de arte ou como decoração até peças pequenas, delicadas que podem ser utilizadas como acessórios, souvenires entre outros. Aliás, falando em acessórios, a indústria da moda é muito privilegiada com a utilização de impressoras 3D, é possível a aplicação desse serviço na impressão de joias, pulseiras, cintos, sapatos e até mesmo roupas. As criações podem ser realizadas a partir do uso de diferentes materiais como borracha, couro e polímero que são adaptadas ao formato do corpo do cliente e podem proporcionar uma imensidão de possibilidades

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Os ramos da medicina, odontologia e ortopedia também compõem nichos que podem ser amplamente explorados através da impressão 3D e gerar dessa forma, uma boa renda. Protótipos ortopédicos que simulam os ossos dos pacientes são produzidos de modo a simular procedimentos cirúrgicos. Na odontologia os moldes tradicionais de gesso passam a ser impressos e com isso oferecem uma maior precisão para os procedimentos e garantem um serviço mais preciso e confiável. Todas essas possibilidades são reais e a impressão 3D entra nesse cenário, para otimizar o tempo, agregar valor e dependendo da demanda gerar um grande negócio.

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O mercado imobiliário além de ramos como a arquitetura e engenharia também aproveitam de forma integra todos os benefícios e possibilidades que a impressão 3D pode apresentar. Logo, podem, ser desenvolvidos produtos dos mais variados tipos desde peças de engenharias à protótipos, itens de decoração, maquetes de estudos modulares, maquetes de apresentação para imobiliárias, produtos personalizáveis entre outros. São inúmeras as perspectivas que as impressoras 3D trazem para se ganhar dinheiro e construir um grande negócio.

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Quanto custa uma impressora 3D?

Essa é uma daquelas questões que nós teremos de responder com uma única e simples palavra: Depende. São inúmeros fatores que modificam o preço de uma impressora 3D e todas elas dependem de qual é o seu objetivo quando você pensa em uma impressora 3D. Você quer abrir um negócio, ou deseja a impressora simplesmente por hobby para fazer pequenos trabalhos na sua casa mesmo? Você já trabalha na área e quer aumentar a sua produção, ou ter um equipamento mais ágil, ou que atinja temperaturas mais altas? Você pensa em atingir um novo público com produtos mais delicados e peças mais complexas ou que usem um material mais específico? Você pensa em um equipamento mais profissional, robusto ou talvez uma impressora menor, mais simples seria suficiente para as suas demandas? E principalmente qual o orçamento que você tem disponível para investir em uma impressora 3D? Todas essas questões carimbam um Depende bem grande quando se pergunta qual é o preço de uma impressora 3D. São inúmeros modelos, mercados e funcionalidades que permeiam esse universo e em cada produto você encontrará características particulares de cada marca e modelo, e tudo isso terá um preço.

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Para elucidar essa questão temos aqui dois exemplos de impressoras 3D. A primeira é a impressora 3D PLA Goofoo Mini+.

A Goofoo Mini+ é uma impressora 3D de médio formato, projetada para uso especialmente doméstico e para pequenos escritórios, utiliza tecnologia FDM, ou seja, realiza a impressão do produto tridimensional por meio da Modelagem por Fusão e Depósito. É uma impressora acessível e trabalha com uma gama de materiais diferentes, logo, pode proporcionar inúmera possibilidades de confecção de produtos para variadas áreas como a médica, industrial e escolar. 

Ainda demonstrando que cada impressora 3D possui suas características próprias e que isso precisa ser averiguado no momento da escolha. Esse segundo exemplo é uma Impressora 3D PLA XYZ Printing Da Vinci Jr 1.0 Pro.

Essa impressora da marca XYZ Printing também possui um preço mais acessível, todavia, conta com recursos um pouco mais profissionais. O seu design é um dos atributos que chamam a atenção e é também totalmente fechado. A da Vinci Jr. 1.0 Pro possui configurações de temperatura ajustáveis para o bico da extrusora, tornando-o compatível com os filamentos PLA de 1,75 mm de terceiros.

Essas e outros modelos de impressoras podem ser conferidas na loja da DataSonic, são produtos altamente tecnológicos com preços acessíveis e que certamente contemplarão os objetivos de trabalho que você esteja desejando alcançar, e dessa forma te responderão a pergunta sobre qual o preço da Impressora 3D ideal para você.

As impressoras 3D e a revolução da educação

O surgimento da impressora 3D expõe um tempo de grandes avanços tecnológicos e mudanças na forma como lidamos com a tecnologia e principalmente como aprendemos com ela. Nesse cenário, a educação pode ser um dos setores mais privilegiados com ascensão de novas tecnologias. A prática tradicional de apenas adquirir conhecimento partindo unicamente da explicação do professor não é mais eficaz. Na atualidade, os alunos buscam conteúdo diretamente na fonte da informação, averiguam, constroem novos caminhos e de maneiras diferentes aprendem os conteúdos que contemplam os componentes curriculares da sua grade curricular.

Com o uso de impressoras 3D em sala de aula, os professores poderão tirar da lousa os objetos que são difíceis de mostrar em matérias como química e biologia. Além disso, os alunos poderão criar objetos que os auxiliem no processo de aprendizagem, estimulando suas habilidades e ajudando na compreensão do conteúdo abordado. A impressora 3D torna isso possível, torna o intangível, o explicável, em algo tangível do qual todos os alunos podem ter contato. Outras áreas, como a geografia, o estudo dos relevos, engenharias, mecatrônica, robótica entre outras, também podem se beneficiar desse novo recurso pedagógico, que tangibiliza os conceitos em sala de aula, aumenta o interesse e a compreensão dos alunos perante os assuntos abordados, tornando-os não apenas espectadores, mas também produtores de conteúdo. A impressão 3D ainda pode gerar diferenciais competitivos para a Instituições de Ensino Superior que adotarem essa tecnologia, no ensino superior, a impressão 3D também é de extrema utilidade. Existem diversas aplicações na Medicina, Odontologia, Engenharia, Arquitetura, Design e muito mais. A utilização de impressoras 3D nas escolas e universidades tem por objetivo ultrapassar a dinâmica vigente de ensino. O futuro das salas de aulas é estarem cheias de impressoras 3D, criando um ambiente criativo e de estímulo à imaginação.

As impressoras 3D e o futuro

Para provar que as impressoras 3D chegaram para ficar e que vão revolucionar todos os setores, recentemente o maior prédio completamente erguido com peças impressas foi construído em Dubai nos Emirados Árabes. A matéria é do Tecmundo e só demonstra que essa tecnologia gradativamente está sendo inserida em todos os setores produtivos da sociedade.

Dubai inaugura o maior prédio construído com impressão 3D. Tecmundo

O prédio construído em Dubai não é o mais alto este título pertence à outro empreendimento construído na China, também com peças impressas. Para cobrir os 640 metros quadrados de área, a empresa usou uma impressora 3D acoplada a um guindaste para o deslocamento por todo o canteiro de obras.  Para a construção foram necessários apenas o de três homens e as máquinas.

Esse desenvolvimento tecnológico gradativamente também impulsionará a pesquisa de novos materiais que podem ser utilizado para a impressão das peças a serem utilizadas na construção civil. Aliás, essa questão foi levantada pela matéria, que apontou como único problema encontrado, o material a ser usado, considerando as condições climáticas.

Para tal, uma mistura melhorada de restos de material da construção, cimento e gesso, foi desenvolvida. A mistura é 50% mais leve do que as misturas convencionais para a construção civil e mais durável.

A montagem do prédio seguiu as etapas comuns da construção, inicialmente pelas fundações que foram feitas de forma convencional e posteriormente uma impressora 3D começou a erguer as paredes, por fim o telhado foi feito pelos trabalhadores que também fizeram os cortes para as janelas e instalações elétrica e hidráulica.

Existem diversas marcas e fornecedores de impressoras 3D ao redor do mundo. Esses aparelhos estão cada vez mais sendo demandados pelos mais diversos setores devido as possibilidades que a impressão 3D proporciona. O Portal Datasonic é pioneiro em equipamentos tecnológicos de ponta e se destaca pela sua diversidade de marcas, modelos e principalmente preços. Nele você pode encontrar uma variedade de opções de impressoras que certamente vão contemplar as suas necessidades. Escolher o melhor equipamento não é uma tarefa fácil, contudo, estamos aqui para te ajudar e o Portal Datasonic apresenta todos os recursos e produtos para a sua escolha. Além, disso, diversos outros dispositivos também podem ser encontrados no site, e, dessa forma complementar o seu trabalho. O Portal Datasonic está disponível para você 24 horas por dia, 7 dias na semana. Apenas esperando você vir e conferir toda a tecnologia em equipamentos que disponibilizamos para você e sua empresa. Está esperando o que? Visite-nos agora

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Obtenha o melhor do seu osciloscópio: veja mais detalhes usando o disparo avançado

O triggering ou disparo do osciloscópio é um dos recursos mais importantes que você precisa entender se desejar tirar o máximo proveito do seu osciloscópio. Contudo, há o advanced triggering ou disparo avançado que reúne uma série de recursos mais precisos e potentes, além de mais opções para você acionar e colocar à sua disposição a partir do seu osciloscópio. Ficou interessado? Então continua lendo esse artigo e vem descobrir tudo sobre esse mecanismo. Boa leitura!

Disparo por tempo de subida ou queda

O disparo por tempo de subida ou queda procura uma transição de subida ou descida de um nível para outro, maior ou menor que um determinado período de tempo. É acionado em sinais que mudam de estado muito rápido ou muito lentamente. Esse disparo é útil para verificar se há uma incompatibilidade de impedância ou algum carregamento extra no sistema que está causando lentidão nas bordas.

Um disparo de configuração e tempo de espera é usado para qualquer dado e sinal de relógio. Um canal do osciloscópio analisa o sinal do relógio e outro canal analisa o sinal dos dados. O tempo de configuração é o tempo em que um nível de sinal de dados deve estar presente antes do limite do relógio. Tempo de espera é o tempo em que um nível de sinal de dados deve permanecer após o limite do relógio. Este é um disparo importante, pois, os projetos digitais exigem que o estado da linha de dados seja configurado (0 ou 1) por um certo período de tempo antes que ocorra o limite do relógio. Defina as condições do disparo para as configurações requeridas e mantenha os requisitos para verificar se há violações no seu projeto.

Disparos de protocolo Atualmente, muitos osciloscópios possuem disparos de protocolo embutidos. Isso é extremamente útil se você estiver trabalhando com barramentos seriais. Para cada um desses barramentos diferentes, há uma série de disparos diferentes (condição inicial, condição de parada, confirmação ausente, endereço sem confirmação e muito mais).

Aeroespacial/Defesa ARINC 429, MIL-STD 1553, etc.
Automotivos CAN, I2C, SPI, etc.
Computadores USB, etc.

Você pode iniciar sua depuração acionando uma condição de início, o que fornecerá uma visão estável dos pacotes recebidos e uma visão de como o sistema está operando. Se você estiver recebendo erros do sistema ou quiser provar que tudo está funcionando, poderá acionar exclusivamente o disparo de erros. Isso permitirá que você se concentre apenas nas áreas que causam problemas e não perca tempo percorrendo centenas de pacotes sem erros. Se o seu osciloscópio tiver memória segmentada, você poderá ativá-la e capturar exclusivamente erros por longos períodos de tempo.

Ficou interessado no tema? Então confere esse vídeo do Mike Hoffman da Keysight que discute sobre os osciloscópios de armazenamento digital: como disparar um sinal, como usar técnicas avançadas de disparo, pesquisa e localização de osciloscópios e teste de máscara de osciloscópio.

Se as configurações se disparo são um recurso super útil para o osciloscópio, o disparo avançado é mais ainda. Com uma gama de possibilidades de uso o recurso proporciona ainda mais alternativas para o seu osciloscópio. Aprendeu tudo o precisava sobre as configurações avançadas de disparo? Então, aproveita e confere todo o conteúdo e produtos disponíveis no portal Datasonic, pioneiro em equipamentos tecnológicos de ponta que se destaca pela sua diversidade de marcas, modelos e principalmente preços está a sua disposição para que você possa tirar todas as suas dúvidas, comparar preços e por fim, escolher o melhor produto para você. No site é possível encontrar inúmeros modelos de osciloscópios com os mais diversos recursos e configurações. O portal Datasonic possui um amplo portfólio e um leque de variados produtos, todos à sua disposição. Aproveite e conheça outros equipamentos de medição que irão complementar o seu projeto.

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Osciloscópio: entenda o que é a largura de banda

Osciloscópio Digital Siglent SDS1052DL+ 50 MHz 2 canais

Nos osciloscópios, a largura de banda é um os requisitos muito avaliados para atestar a qualidade do equipamento e a sua capacidade de trabalho, porém, você sabe para que de fato esse parâmetro serve e qual o impacto que ele pode ter sobre as suas análises? Então se liga nesse artigo e entenda o que é a largura de banda em osciloscópios. Boa leitura!

Todos os osciloscópios possuem uma resposta de frequência advindo de um filtro passa-baixo que mantem as frequências mais baixas e eliminam as mais altas, como mostra a Figura 1. A maioria dos osciloscópios com especificações de largura de banda de 1 GHz e abaixo normalmente têm o que é chamado de resposta gaussiana, que exibe um roll-off lento característico que se inicia aproximadamente em um terço da frequência de -3 dB. Osciloscópios com especificações de largura de banda maiores que 1 GHz normalmente apresentam uma resposta de frequência maximamente plana, como mostra a Figura 2. Esse tipo de resposta geralmente exibe uma faixa em uma resposta de banda com uma característica de corte mais nítida perto da frequência de -3 dB.

Figura 1. Resposta de frequência gaussiana do osciloscópio
Figura 2: Resposta de frequência máxima plana do osciloscópio

Existem vantagens e desvantagens para cada um desses tipos de respostas de frequência no osciloscópio. Os equipamentos com resposta máxima plana atenuam menos os sinais dentro da banda que do que os aparelhos com resposta gaussiana, o que significa dizer que os osciloscópios com respostas maximamente planas são capazes de fazer medições mais precisas nos sinais de banda. Já o osciloscópio com resposta gaussiana atenua fora da banda e sinaliza menos que um equipamento de resposta maximamente plana, ou seja, esses aparelhos geralmente apresentam um tempo de subida mais rápido se comparado ou modelo com resposta maximamente plana. Há casos em que é vantajoso atenuar sinais fora da banda em um grau mais alto, uma vez que ajuda a eliminar os componentes de maior frequência que podem contribuir para o aliasing que é um efeito que faz com que sinais diferentes se tornem indistinguíveis, sem falar que essa atenuação ainda pode proporcionar a contemplação do Critério de estabilidade de Nyquist (fS > 2 x fMAX).

Se o seu osciloscópio tem uma resposta gaussiana, maximamente plana ou em algum ponto intermediário a menor frequência na qual o sinal de entrada atenuado é por 3 dB, então esse valor é a largura de banda do seu aparelho. A largura de banda do osciloscópio e a resposta de frequência podem ser testadas com a realização de uma varredura da frequência utilizando um gerador de sinal de onda senoidal. Uma atenuação do sinal na frequência de -3 dB se traduz em aproximadamente -30% de erro de amplitude. Logo, você não pode esperar que o seu aparelho faça medições precisas de sinais se esses tiverem frequências significativas próximas ao da largura de banda do seu equipamento, é necessário que a largura do seu osciloscópio seja maior.

Osciloscópio Digital Siglent Série SDS2000X

No osciloscópio a especificação do tempo de subida é algo intimamente relacionado à especificação de largura de banda do aparelho. Equipamentos com uma resposta do tipo gaussiano apresentam um tempo de subida aproximado de 0,35/fBW com base em um critério de 10% a 90%. Osciloscópios com uma resposta maximamente plana, geralmente têm especificações de tempo de subida na faixa de 0,4/fBW, dependendo da nitidez da característica de redução de frequência. Porém, você precisa se ater que o tempo de subida de um osciloscópio não é a velocidade de borda que o aparelho pode medir com precisão. Esta, na verdade e a velocidade que o osciloscópio pode produzir se o sinal de entrada tiver um tempo teórico infinitamente rápido de subida (0 ps).

Embora seja impossível testar essa teoria, pois os geradores de pulso não possuem bordas infinitamente rápidas, por uma perspectiva prática, você pode testar o tempo de subida do seu osciloscópio inserindo um pulso que possui velocidades de borda de 3 a 5 vezes mais rápidas que o tempo de subida do osciloscópio testado.

Considerando as possibilidades de usos que o osciloscópio possibilita se ater à largura de banda, bem como compreender qual a melhor configuração usar no trabalho que você irá realizar pode ser um fator fundamental para o sucesso da sua análise. Agora que você já sabe o que é a largura de banda em osciloscópios, o portal Datasonic, pioneiro em equipamentos tecnológicos de ponta que se destaca pela sua diversidade de marcas, modelos e principalmente preços está a sua disposição para que você possa tirar todas as suas dúvidas, comparar preços e por fim, escolher o melhor produto para você. No site é possível encontrar inúmeros modelos de osciloscópios com os mais diversos recursos e configurações. O portal Datasonic possui um amplo portfólio e um leque de variados produtos, todos à sua disposição. Aproveite e conheça outros equipamentos de medição que irão complementar o seu projeto. O Portal Datasonic está disponível para você 24 horas por dia, 7 dias na semana. Apenas esperando você vir e conferir toda a tecnologia em equipamentos que disponibilizamos para você e sua empresa. Está esperando o que? Visite-nos agora mesmo.

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Osciloscópio: Aprenda a largura de banda necessária para aplicações analógicas

Nem toda largura de banda no seu osciloscópio pode ser usada para qualquer aplicação, existem diferenças que precisam ser consideradas quando da utilização em aplicações analógicas e digitais, mas você sabe qual largura de banda necessária para aplicações analógicas? Se não, continua lendo esse artigo que vamos te explicar tudo. Boa leitura!

Anos atrás, a maioria dos fornecedores de osciloscópios recomendava que a largura de banda do seu osciloscópio devia ser pelo menos três vezes maior que a frequência máxima do sinal que está sendo analisado. Embora esse fator “3X” de multiplicação não possa ser aplicado para aplicações digitai, ainda é utilizado em para aplicações analógicas, como modulação RF.

A Figura 1 mostra um teste de resposta varrida (20 MHz a 2 GHz) em um osciloscópio de largura de banda de 1 GHz da Keysight. Como você pode ver, em exatamente 1 GHz, a entrada é atenuada em cerca de 1,7 dB, o que está dentro da limitação de -3 dB que define a largura de banda desse osciloscópio. No entanto, para realizar medições precisas em sinais analógico, você precisa usar o osciloscópio na parte da frequência de banda onde ela ainda é relativamente plana e apresenta atenuação mínima. Em aproximadamente um terço da largura de banda de 1 GHz do osciloscópio, o mesmo praticamente não apresenta atenuação (0 dB). No entanto, nem todos os osciloscópios irão apresentar esse tipo de resposta.

Figura 1. Teste de resposta de frequência varrida no osciloscópio MSO7104B de 1 GHz de largura de banda da Keysight.

O teste de resposta de frequência varrida mostrado na Figura 2 foi realizado em um osciloscópio de largura de banda de 1,5 GHz de outro escopo fornecedor. Este é um exemplo de uma resposta de frequência não muito plana. As características desta resposta não são nem gaussianas nem maximamente planas. Parece ser “maximamente acidentada” e cheia de picos, o que resultar em uma grave distorção da forma de onda em ambos os sinais analógico e digital. Infelizmente, um osciloscópio com especificações de largura de banda, cuja frequência de atenuação é de 3 dB não vai dizer nada sobre a atenuação ou amplificação em outras frequências. Mesmo em um quinto da largura de banda desse osciloscópio, os sinais são atenuados em aproximadamente 1 dB (10%) nesse osciloscópio.

Figura 2. Teste de resposta de frequência varrida em um osciloscópio de 1,5 GHz de largura de banda de outro fornecedor.

Portanto, nesse caso, seguir a regra prática de 3X não seria prudente. Ao selecionar um osciloscópio, é importante escolher um fornecedor respeitável e preste muita atenção na planicidade relativa da resposta de frequência do escopo. Então, aprendeu um pouco mais sobre a largura de banda necessária para aplicações analógicas e como isso pode influenciar nos seus resultados, bem como em qual osciloscópio você deve comprar? Não é muito complicado e o portal Datasonic, pioneiro em equipamentos tecnológicos de ponta que se destaca pela sua diversidade de marcas, modelos e principalmente preços está a sua disposição para que você possa tirar todas as suas dúvidas, comparar preços e por fim, escolher o melhor produto para você. No site é possível encontrar inúmeros modelos de osciloscópios com os mais diversos recursos e configurações. O portal Datasonic possui um amplo portfólio e um leque de variados produtos, todos à sua disposição. Aproveite e conheça outros equipamentos de medição que irão complementar o seu projeto. O Portal Datasonic está disponível para você 24 horas por dia, 7 dias na semana. Apenas esperando você vir e conferir toda a tecnologia em equipamentos que disponibilizamos para você e sua empresa. Está esperando o que? Visite-nos agora mesmo.

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Osciloscópios: Aprenda qual a largura de banda necessária para aplicações digitais

Osciloscópio Digital Siglent SDS1204X-E 200mhz 4 canais

Os osciloscópios são aparelhos essenciais quando da medição dos parâmetros elétricos que você está analisando. Pense em um hospital e visualize o monitor cardíaco dos pacientes. É esse aparelho que determina se o paciente continua vivo ou não. O osciloscópio é o monitor cardíaco dos seus aparelhos elétricos, sem ele, você deixa de medir de forma precisa diversas características importantes. Existem no osciloscópio uma característica chamada de largura de banda, que é a capacidade de transmissão de dados de um ponto para outro em um determinado período de tempo. Os osciloscópios podem te dar respostas diferentes dependendo de qual largura de banda você esteja trabalhando. Mas qual a largura de banda ideal para o que você precisa? Você sabe? Então continua nesse artigo que te ajudamos com a resposta. Boa leitura!

Como regra geral a largura de banda do seu osciloscópio deve ser pelo menos cinco vezes maior que a taxa mais rápida do relógio digital do sistema em análise.

Regra prática

fBW ≥ 5 x fclk

Se o seu osciloscópio atender a esse critério, ele capturará ao quinto harmônico com perda mínima do sinal. Esse parâmetro do sinal é muito importante na determinação da forma geral dos sinais digitais, mas se você precisar realizar medições mais precisas em bordas de alta velocidade, essa formula não vai poder ser aplicada por que ela não leva em consideração a frequência real mais alta presente em componentes embutidos nas bordas de subidas e descidas rápidas.

Um método mais preciso para determinar a largura de banda requerida no osciloscópio é verificar a frequência máxima presente em seus sinais digitais, que não são a taxa máxima de clock. Essa frequência máxima será baseada nas velocidades de borda mais rápidas presentes em seus projetos de estudo. Portanto, a primeira coisa que você precisa fazer é determinar os tempos de subida e descida dos seus sinais mais rápidos. Você geralmente pode obter essas informações de especificações publicadas para dispositivos usados nos seus projetos.

Passo 1: Determinar as velocidades das bordas mais rápidas

Você pode usar uma fórmula simples para calcular a frequência máxima “prática” de um componente. Dr. Howard W. Johnson escreveu um livro sobre esse tema, intitulado, “Design digital de alta velocidade – Um Manual de Magia Negra”. Ele se refere a essa frequência como a “frequência joelho” (fknee). Todas as bordas rápidas possuem um espectro infinito de componentes de frequência. No entanto, existe uma inflexão (ou “joelho”) no espectro de frequências das bordas rápidas onde componentes de frequência superiores a fknee são insignificantes na determinação da forma do sinal.

Passo 2: Calcular fknee

fknee = 0.5 / RT (10% – 90%)

fknee = 0.4 / RT (20% – 80%)

Para sinais com características de tempo de subida com limiares de base de 10% a 90% o fknee é igual a 0,5 dividido pelo tempo de subida do sinal. Para sinais com características de tempo de subida com limiares de base de 20% a 80%, o que é muito comum nas especificações dos dispositivos atuais, fknee é igual a 0,4 dividido pelo tempo de subida do sinal.

O terceiro passo é determinar a largura de banda do osciloscópio necessária para medir esse sinal, com base no grau desejado de precisão ao medir tempos de subida e queda. A Tabela 1 mostra os fatores multiplicados para vários graus de precisão para os osciloscópios com resposta de frequência gaussiana ou maximamente plana. Lembre-se, a maioria dos osciloscópios que apresentam especificações de largura de banda de 1 GHz e abaixo, normalmente têm uma resposta do tipo gaussiano, já a maioria dos osciloscópios com larguras de banda maiores que 1 GHz possuem uma resposta do tipo maximamente plana.

Passo 3: Calcular largura de banda do osciloscópio

Tabela 1: Multiplicando fatores para calcular a largura de banda necessária do osciloscópio com base na precisão desejada e o tipo de resposta de frequência do equipamento

Precisão requerida Resposta Gaussiana Resposta maximamente plana
20% fBW = 1.0 x fknee fBW = 1.0 x fknee
10% fBW = 1.3 x fknee fBW = 1.2 x fknee
3% fBW = 1.9 x fknee fBW = 1.4 x fknee

Então, compreendeu um pouco mais sobre largura de banda e como isso pode influenciar nos seus resultados, bem como em qual osciloscópio você deve comprar? Não é muito complicado e o portal Datasonic, pioneiro em equipamentos tecnológicos de ponta que se destaca pela sua diversidade de marcas, modelos e principalmente preços está a sua disposição para que você possa tirar todas as suas dúvidas, comparar preços e por fim, escolher o melhor produto para você. No site é possível encontrar inúmeros modelos de osciloscópios com os mais diversos recursos e configurações. O portal Datasonic possui um amplo portfólio e um leque de variados produtos, todos à sua disposição. Aproveite e conheça outros equipamentos de medição que irão complementar o seu projeto.

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Obtenha o melhor do seu osciloscópio: Triggering, a imagem final dos seus sinais

Que o osciloscópio é um aparelho essencial em diversos setores não há dúvidas. Contudo, a variedade de aparelhos e de marca, torna diversa as capacidades e funcionalidades que podem ser inseridas nesse equipamento, e dessa forma, especificando cada modelo e/ou marca do produto para um publico ou uso específico. Todavia, um recurso nesse equipamento é fundamental para que a sua análise resulte em um produto final bem acabado, estamos falando do triggering. Mas, você sabe o que é isso? Então nesse artigo e vem descobrir tudo sobre esse mecanismo. Boa leitura!

O triggering ou disparo do osciloscópio é um dos recursos mais importantes que você precisa entender ao tentar tirar o máximo proveito do seu osciloscópio. É especialmente importante ao tentar fazer medições em muitos dos sinais digitais mais complexos de hoje.

Para que você possa compreender melhor, pensei no disparo do osciloscópio como uma foto que é tirada durante uma corrida de carro. Embora não seja um evento repetitivo, o obturador da câmera deve ser sincronizado com o para-choque dianteiro do primeiro carro de corrida no instante em que cruzar a linha de chegada.

Visualizar formas de onda não disparadas em um osciloscópio é como tirar fotos aleatoriamente numa corrida. Entre o início e o final da corrida, você verá muitos carros de corrida, mas não obterá as informações que realmente precisa.

Usando as configurações padrão de disparo do osciloscópio, o aparelho será acionado em uma borda crescente do sinal. Esse ponto no tempo é mostrado na tela central (horizontal e verticalmente).

Qual canal você deseja usar como fonte; a configuração da tensão no nível do gatilho; em que tipo de borda você deseja desencadear (subindo, descendo); bem como os controles de posição horizontal e vertical, todos podem ser selecionados para ajudar você a adquirir ‘fotos’ do evento exato que está procurando.

No vídeo abaixo você pode conferir um tutorial da série How To (Como fazer) da Keysight Labs, nele você pode aprender como fazer medições do osciloscópio e a usar o Triggering. Dá uma conferida.

Já deu pra perceber que o Triggering é uma ferramenta super importante nos osciloscópios e sem ele o seu resultado não vai ser tão bom. Aprendeu tudo o precisava sobre esse recurso incrível? Então, confere todo o conteúdo e produtos disponíveis no portal Datasonic, pioneiro em equipamentos tecnológicos de ponta que se destaca pela sua diversidade de marcas, modelos e principalmente preços está a sua disposição para que você possa tirar todas as suas dúvidas, comparar preços e por fim, escolher o melhor produto para você. No site é possível encontrar inúmeros modelos de osciloscópios com os mais diversos recursos e configurações. O portal Datasonic possui um amplo portfólio e um leque de variados produtos, todos à sua disposição. Aproveite e conheça outros equipamentos de medição que irão complementar o seu projeto.

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Osciloscópios InfiniiVision Série 6000 X: um novo padrão de desempenho e tecnologia

No passado, se você quisesse um osciloscópio com uma performance excepcional você precisaria pagar por um modelo premium. Bem, hoje não mais. Conheça os incríveis Osciloscópios InfiniiVision da Série 6000 X da Keysight e surpreenda-se com qualidade, processamento de imagem e recursos tecnológicos que colocarão as suas análises em um outro nível. Boa leitura!

Osciloscópios InfiniiVision Série 6000 X

Os osciloscópios InfiniiVision da Série 6000 X combinam preço e desempenho para definir um novo padrão de osciloscópio portátil. Imagine um osciloscópio de largura de banda de 6 GHz que veja e desencadeie tudo, que ajuda na visualização de formas de onda complexas e cresce com seus projetos. Os osciloscópios InfiniiVision da Série 6000 X são projetados para engenheiros mais exigentes, que desejam largura de banda, poder de visualização e a flexibilidade que vem de recursos integrados – mas com portabilidade, uma interface de usuário intuitiva e familiar além de um preço acessível.

Novo padrão de largura de banda: Capture formas de onda de maior frequência

A largura de banda de um osciloscópio determina o conteúdo máximo da frequencia que pode ser adquirido e visualizado. No ambiente atual de desafios orçamentários, os engenheiros são frequentemente forçados a fazer uma escolha entre mais largura de banda e orçamento apertado. A série 6000 X oferece a resposta com um preço acessível para 6 GHz de largura de banda e um nível de ruído incrivelmente baixo de 210 µVrms a 1 mV / div para ajudá-lo a fazer as medições mais precisas.

Novo padrão de visualização: isole formas de onda de interesse

A nova taxa de atualização de 450.000 formas de onda InfiniiVision Série 6000, juntamente com o exclusivo gatilho de toque de zona baseado em ardware fornece um poder de visualização sem precedentes para ajudá-lo a isolar suas formas de onda de interesse. Adicione uma nova profundidade de “visualização” para seus projetos com recursos como a primeira tela de toque capacitiva multitoque de 12 polegadas do setor com suporte a gestos, o primeiro osciloscópio incorporado com jitter/análise ocular em tempo real e histograma padrão, além de grau de cor.

Osciloscópios InfiniiVision Série 6000 X

Novo padrão de integração: facilite seu trabalho

A série 6000 X possui integração 7 em 1, combinando canais digitais, análise de protocolo serial, um canal duplo integrado gerador de forma de onda, análise de resposta em frequência, multímetro digital embutido e contador embutido de 10 dígitos com totalizador. E pela primeira vez em um osciloscópio, integra controle de voz para vários idiomas. Pesa apenas 6,8 kg, mede apenas 15,4 cm de profundidade, consumindo apenas 200 W, tornando a 6000 X-Series a melhor e mais ecológico osciloscópio portátil multi-GHz do mundo.

Você está diante de um dos mais poderosos osciloscópios da atualidade, capaz de realizar da forma mais precisa suas análises e assim garantir os melhores resultados aos seus projetos, esse é o Osciloscópio InfiniiVision Série 6000 X. Então, aprendeu tudo o que precisava sobre esse equipamento incrível e como ele pode revolucionar as suas análises? Então, confere todo o conteúdo e produtos disponíveis no portal Datasonic, pioneiro em equipamentos tecnológicos de ponta que se destaca pela sua diversidade de marcas, modelos e principalmente preços está a sua disposição para que você possa tirar todas as suas dúvidas, comparar preços e por fim, escolher o melhor produto para você. No site é possível encontrar inúmeros modelos de osciloscópios com os mais diversos recursos e configurações. O portal Datasonic possui um amplo portfólio e um leque de variados produtos, todos à sua disposição. Aproveite e conheça outros equipamentos de medição que irão complementar o seu projeto. O Portal Datasonic está disponível para você 24 horas por dia, 7 dias na semana. Apenas esperando você vir e conferir toda a tecnologia em equipamentos que disponibilizamos para você e sua empresa. Está esperando o que? Visite-nos agora mesmo.

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